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	<title>Nada Novo De Novo &#187; Carnaval</title>
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		<title>Conhecendo os Enredos 2011 &#8211; Império de Casa Verde</title>
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		<pubDate>Sun, 27 Feb 2011 11:00:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Leandro</dc:creator>
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A idéia é um post por semana, até o dia mais importante do ano até o Carnaval, sobre os Enredos de 2011 das Escolas de Samba do Grupo Especial do Rio de Janeiro e São Paulo, para enriquecer e enobrecer o seu conhecimento mostrar o que cada uma apresentará No Maior Espetáculo da Terranos desfiles  [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://nadanovodenovo.com.br/wp-content/uploads/2011/01/2011_ImperiodeCasaVerde_Logo1.jpg"><img class="alignright size-full wp-image-5469" title="2011_ImperiodeCasaVerde_Logo" src="http://nadanovodenovo.com.br/wp-content/uploads/2011/01/2011_ImperiodeCasaVerde_Logo1.jpg" alt="" width="314" height="282" /></a></p>
<p>A idéia é um post por semana, <span style="text-decoration: line-through;">até o dia mais importante do ano</span> até o Carnaval, sobre os <strong>Enredos de 2011</strong> das <strong>Escolas de Samba</strong> do <strong>Grupo Especial</strong> do <strong>Rio de Janeiro</strong> e <strong>São Paulo</strong>, para <span style="text-decoration: line-through;">enriquecer e enobrecer o seu conhecimento</span> mostrar o que cada uma apresentará <span style="text-decoration: line-through;">No Maior Espetáculo da Terra</span>nos desfiles de 2011.</p>
<p>Neste post será <span style="text-decoration: line-through;">dado uma aula</span> apresentado o enredo da <strong>Império de Casa Verde</strong>, escola paulista, cujo tema será:</p>
<p><strong>&#8220;Samba, Sabor, Cerveja. Admirada há Milênios, a Mais Nova Sensação Nacional<strong>”</strong></strong></p>
<p>Pela imagem ao lado da pra ver que o enredo é uma delícia.</p>
<p>Clique em “CONTINUE LENDO AQUI” para ler a <strong>Sinopse do Enredo.</strong></p>
<p><strong> </strong><span id="more-5465"></span></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong></strong></p>
<p><strong>Infelizmente (<span style="text-decoration: line-through;">porra, que raiva</span>), não encontramos a sinopse do enredo de 2011 da Império de Casa Verde. <span style="text-decoration: line-through;">A merda é que esse é o último post da série, e foi o zicado.</span>  Porém segue a letra do samba que é o resumo do enredo em forma de poesia.</strong></p>
<p><strong>Letra do Samba</strong>:</p>
<p>DÁDIVA DOS DEUSES<br />
EMBRIAGADO DE ALEGRIA VOU CONTAR<br />
UMA LENDA DIZ QUE PRÁ SER FELIZ<br />
NO EGITO FOI PRECISO CULTIVAR<br />
GRANDE PAIXÃO, PERPETUANDO AS CELEBRAÇÕES<br />
ESPALHOU-SE PELO MUNDO<br />
GANHANDO FORMA E TEORNA<br />
MITOLOGIA SAGRADA SE TORNOU<br />
É RIPA NA TULIPA MEU AMOR</p>
<p> <strong>DE GOLE EM GOLE UMA ALUCINAÇÃO<br />
</strong><strong>SABOR DE MAGIA NA IMAGINAÇÃO<br />
</strong><strong>NA CAÇA DAS BRUXAS, BALANÇOU MAIS NÃO CAIU<br />
</strong><strong>SE MODERNIZOU, EVOLUIU</strong></p>
<p> ATRAVESSOU O IMENSO MAR<br />
FOI CAUIM LOUVOU JACI<br />
O “SEU” NASSAU AQUI CHEGOU<br />
ATÉ O DOM JOÃO BEBERICOU<br />
PROPAGOU, O DELIRANTE “OURO LÍQUIDO”<br />
COM O ALEMÃO A BEBEDEIRA FOI GERAL<br />
PRO POVÃO SEJA LOIRA OU MORENA<br />
PREFERÊNCIA NACIONAL<br />
NO MEU BRASIL FEZ HISTÓRIA<br />
É QUEM FAZ A FESTA ROLAR<br />
NA MESA DE BAR, EM QUALQUER LUGAR<br />
GARÇON DESCE A CERVA EU QUERO BRINDAR<br />
A TI MADRINHA QUERIDA TREVO DA INSPIRAÇÃO<br />
EM CADA “NOVA ESQUINA” UM CERVEJÃO</p>
<p> <strong>VAI CLAREAR!!! VEM MEU IMPÉRIO!!!<br />
</strong><strong>A CAÇULA DO SAMBA PEDE A SAIDEIRA<br />
</strong><strong>“A MAIS NOVA SENSAÇÃO”<br />
</strong><strong>FAZ DO MEU TIGRE CAMPEÃO</strong></p>
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		<title>Conhecendo os Enredos 2011 &#8211; Gaviões da Fiel</title>
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		<pubDate>Sun, 20 Feb 2011 11:00:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Leandro</dc:creator>
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A idéia é um post por semana, até o dia mais importante do ano até o Carnaval, sobre os Enredos de 2011 das Escolas de Samba do Grupo Especial do Rio de Janeiro e São Paulo, para enriquecer e enobrecer o seu conhecimento mostrar o que cada uma apresentará No Maior Espetáculo da Terranos desfiles  [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://nadanovodenovo.com.br/wp-content/uploads/2011/01/2011_gavioes.bmp"><img class="alignright size-full wp-image-5460" title="2011_gavioes" src="http://nadanovodenovo.com.br/wp-content/uploads/2011/01/2011_gavioes.bmp" alt="" width="273" height="345" /></a></p>
<p>A idéia é um post por semana, <span style="text-decoration: line-through;">até o dia mais importante do ano</span> até o Carnaval, sobre os <strong>Enredos de 2011</strong> das <strong>Escolas de Samba</strong> do <strong>Grupo Especial</strong> do <strong>Rio de Janeiro</strong> e <strong>São Paulo</strong>, para <span style="text-decoration: line-through;">enriquecer e enobrecer o seu conhecimento</span> mostrar o que cada uma apresentará <span style="text-decoration: line-through;">No Maior Espetáculo da Terra</span>nos desfiles de 2011.</p>
<p>Neste post será <span style="text-decoration: line-through;">dado uma aula</span> apresentado o enredo da <strong>Gaviões da Fiel</strong>, escola paulista, cujo tema será:</p>
<p><strong>&#8220;Do mar das pérolas e das areias do deserto à cidade do futuro &#8212; Dubai, o sonho do Rei Maktoum<strong>”</strong></strong></p>
<p>Este enredo é conta a história de Dubai, e suas histórias.</p>
<p>Clique em “CONTINUE LENDO AQUI” para ler a <strong>Sinopse do Enredo.</strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<p><span id="more-5459"></span></p>
<p><strong>Sinopse do enredo: </strong></p>
<p>“Um rei seguia por uma estrada com sua comitiva, quando viu um velho plantando uma arvorezinha. Achou aquela atitude muito estranha, já que a árvore demoraria para crescer, e quando pudesse dar frutos, o velho na certa não estaria mais lá para aproveitar. Então o rei perguntou ao velho plantador de árvores por que ele insistia numa tarefa tão inútil. O homem respondeu: Fico feliz de plantar, mesmo não sendo eu quem vai colher.  Não estamos aproveitando hoje árvores que foram plantadas há anos? Plantar é o que importa. Não o ato de colher. O rei considerou sábia a decisão do homem e, comovido, entregou-lhe um saco com muitas moedas de ouro como prêmio à sabedoria do velho plantador de árvores. E agradeceu assim: Viu só como são as coisas: eu mal acabei de plantar e já estou colhendo frutos.”</p>
<p> <strong>INTRODUÇÃO</strong></p>
<p>Para contar a história da cidade de Dubai, precisamos entender, inicialmente, que o cenário árabe é propício a histórias fabulosas, a narrativas alegóricas, que sempre envolvem algum preceito moral, u alguma verdade importante. Eis porque apanhamos episódios históricos de Dubai e os devolvemos como enredo da Gaviões para o Carnaval de 2001, sob o signo do simbólico e do imaginário, dando-lhe caráter dramatúrgico para torná-lo fabuloso. Assim aproximamos o público de um universo mágico e fantasioso, como pede o Carnaval. Vamos a Dubai.</p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<p><strong>1º Setor – Riquezas Naturais – A pérola do Golfo</strong></p>
<p>Chegavam numerosamente, de vários lugares do Oriente, pescadores, comerciantes e pescadores de pérolas. Atraídos pelas riquezas naturais da região do Golfo Pérsico, às margens do Mar das Pérolas, onde se ergueu o poderoso reino de Maktoum. O lugar era apenas uma aldeia sonolenta e quente, onde corria a fantástica lenda das pérolas, onde diziam que as pérolas eram lágrimas da Lua colhidas pelas ninfas do mar. Foi com o vôo das aves migratórias que veio para o Golfo o califa Omíada, do mundo oriental islâmico. Com seu exército, o Califa invadiu o sudeste da arábia, nas proximidades da aldeia dos coletores e expulsou dali os Sassânidos, poderoso clã que dominava a região. Com isso abriram-se as portas do Golfo para outro clã,o Al Abu Falasa (Casa de Al Falasi), que se estabeleceu na aldeia dos coletores de pérolas e entregou o controle a Abu Dhabi, cujo reino dourou pouco, até a ascensão da dinastia Al Maktoum (também descendente da Casa de Al Falasi). O Sheik Rashid Bin Saeed al Malktoum, tomou o controle da aldeia sem resistência e, às margens do Mar das Pérolas, fez brotar Dubai, a pérola do Golfo.</p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<p><strong>2º Setor – A formação de uma sociedade cosmopolita – O Reino de Maktoum</strong></p>
<p>O reino de Sheik Rashid Bin Saeed al Malktoum era promissor, visionário, projetava para o futuro a verdadeira vocação de Dubai, que em pouco tempo tornara-se importante cidade do Oriente. Foi num sonho que o Sheik Rashid viu a cidade do futuro brotando no deserto árabe e, ao amanhecer, levou Mohamed, ser filho, às margens do Mar das Pérolas, passeio que repetiria anos a fio, e mostrou-lhe toda a região onde brotara a cidade, que seria a porta do Golfo para o mundo. De fato o Sheik abriu as portas para pescadores, mercadores, comerciantes, que enriqueciam cada vez mais a economia da cidade. Beduínos surgiam de todos os lugares para a grande construção. O sheik vai buscar referências no passado da região, para projetar seu futuro. A Pérsia, a Índia, a Síria e a Arábia despejam cultura e ensinamentos sobre povo de Dubai. Acreditrava o Sheik em seus sonhos e dessa forma queria apanhar ensinamentos herdados pela família para construir a metrópole do Oriente tornando realidade o Reino de Maktoum e os sonhos do rei.</p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<p><strong>3º Setor – As realizações do sonho do rei – A cidade do futuro</strong></p>
<p>Embora próspera e rica, a cidade estaria em constante ebulição, exigindo cada vez mais investimentos para tornar-se a metrópole tão sonhada pelo rei. Um sinal enviado pela natureza encheria de esperança o velho Sheik: o petróleo jorraria trazendo progresso e muitos trabalhadores para a região. Mas não seria suficiente, o crescimento acelerado aumentaria a fome financeira e o Sheik teria de pedir milhões de dólares emprestados ao seu vizinho rico produtor de petróleo, o Kuweit, para a construção de ancoradouros, armazéns, estradas, escolas e casas. A educação, a arquitetura moderna e a tecnologia, representando o conhecimento, a modernidade e a comunicação, que estariam nas prioridades do Sheik. Seria necessário dar condições mais adequadas para que os visitantes passassem pela cidade, de forma quase obrigatória, o que traria o desenvolvimento da aviação para o progresso de Dubai como Centro Financeiro do Oriente e sedimentá-la como cidade do futuro.</p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<p><strong>4º Setor – Comércio, Turismo e lazer – Um sonho para todos</strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p>Pois foi com o  apoio do vizinho rico que Dubai passou a brilhar como estrela no firmamento árabe. O mundo passou a conhecer e respeitar o Reino de Maktoum. Milhares de pessoas hoje passem pela cidade de Dubai e com freqüência recorrem ao cheiroso mercado de especiarias em busca de sensações e lembranças daquele extraordinário lugar. Como metrópole, Dubai se orgulha dos shoppings, da Palm Jumeirah Residence, de suas praias, de lugares mágicos, como os Hotéis Burj Al Arab, o único sete estrelas do mundo, e o Hidropolis, construído no fundo do mar, e o parque de diversões Dubailand.</p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<p><strong>5º Setor – Esporte e Cultura – Um futuro promissor</strong></p>
<p>Como previra o Sheik Rashid, a cidade tornou-se a porta do Oriente para o mundo. A cultura é responsável pela reunião de momentos verdadeiramente fabulosos quando se visita Dubai. Seu festival de cinema é um dos maiores acontecimentos artísticos do Oriente. O Forte Al Fahid, que virou museu, possibilita ao visitante experimentar a sensação de uma noite no deserto. Outro importante museu é o do parque do ouro e do diamante, que leva o visitante a conhecer os métodos de produção do ouro e como o diamante é lapidado. O museu também é primoroso pelas jóias árabes, italianas e indianas que apresenta. Dubai também se dedica ao desenvolvimento do esporte. A famosa corrida de camelos é destaque no mundo e os esportes aquáticos são bastante difundidos, assim como o futebol, que desde 2007 é realizado um campeonato organizado por agentes da FIFA, do qual participam algumas das maiores equipes de futebol do mundo. A copa é disputada em quatro partidas realizadas no Dubai Sports City e entrega premiação milionária às equipes que a disputam. Agora quem sonha é Mohamed, filho do Sheik, que nutre o sonho das Olimpíadas realizadas em Dubai.</p>
<p>O velho Sheik não viveu para ver sua cidade finalmente construída e atraindo pessoas do mundo inteiro. O jovem Mohamed se lembra da última vez em que o pai o levou ao passeio nas margens do Mar das Pérolas, onde pintava seus sonhos com a tinta da esperança, ensinando ao filho todos os caminhos para fazer com que Dubai tenha um futuro promissor e que seja um símbolo de riqueza e prosperidade para o mundo curioso, e vendo seu pai no fim de seus dias, Mohamed perguntou: Pai, porque investiu tanto dinheiro na construção dessa cidade, se o senhor não poderá desfrutá-la depois. Sua idade avançada não permite esse sonho, vê-la pronta no futuro. O Sheik riu e respondeu: Dubai será o lugar mais próspero da Terra, meu filho. Aqui, a natureza vai ser respeitada e estará sempre em harmonia com o homem. Construiremos a maior cidade da Arábia. É como o velho que plantou a árvore na fábula: “Fico feliz em plantar, mesmo não sendo eu quem vai colher os frutos. Não estamos hoje aproveitando as árvores que foram plantadas muitos anos antes? Plantar é o que importa, não o ato de colher.</p>
<p>Fonte: <a href="http://veja.abril.com.br/blog/passarela/carnaval-2011/gavioes-da-fiel/" target="_blank">Passarela</a></p>
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		<title>Conhecendo os Enredos 2011 &#8211; Beija-Flor</title>
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		<pubDate>Sun, 13 Feb 2011 11:00:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Leandro</dc:creator>
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A idéia é um post por semana, até o dia mais importante do ano até o carnaval, sobre os Enredos de 2011 das Escolas de Samba do Grupo Especial do Rio de Janeiro e São Paulo, para enriquecer e enobrecer o seu conhecimento mostrar o que cada uma apresentará No Maior Espetáculo da Terra nos desfiles  [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://nadanovodenovo.com.br/wp-content/uploads/2011/01/2011_Beija-Flor_Logo.jpg"><img class="alignright size-full wp-image-5454" src="http://nadanovodenovo.com.br/wp-content/uploads/2011/01/2011_Beija-Flor_Logo.jpg" alt="" width="230" height="310" /></a></p>
<p>A idéia é um post por semana, <span style="text-decoration: line-through;">até o dia mais importante do ano</span> até o carnaval, sobre os <strong>Enredos de 2011</strong> das <strong>Escolas de Samba</strong> do <strong>Grupo Especial</strong> do <strong>Rio de Janeiro</strong> e <strong>São Paulo</strong>, para <span style="text-decoration: line-through;">enriquecer e enobrecer o seu conhecimento</span> mostrar o que cada uma apresentará <span style="text-decoration: line-through;">No Maior Espetáculo da Terra</span> nos desfiles de 2011.</p>
<p>Neste post será <span style="text-decoration: line-through;">dado uma aula</span> apresentado o enredo da <strong>Beija-Flor</strong>, escola carióca, cujo tema será:</p>
<p><strong><strong>&#8220;A Simplicidade de um Rei<strong>&#8220;</strong></strong></strong></p>
<p>Uma linda homenagem ao Rei Roberto Carlos.</p>
<p>Clique em “CONTINUE LENDO AQUI” para ler a <strong>Sinopse do Enredo.</strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><span id="more-5452"></span></p>
<p><strong>A Simplicidade de um Rei </strong></p>
<p>Me leva meu sonho em viagem, por uma estrada colorida, onde o tempo pede passagem e carrega, em sua bagagem, as lembranças que eu trago da vida.</p>
<p>E lá vou eu, bem longe, além do horizonte, vivendo esse momento lindo, a reconstruir meu castelo de sonhos entre emoções, como quem chora sorrindo. Olha dentro dos meus olhos e vê quanta lembrança que na distância do tempo guardei. Ah! Como o tempo passa, é como se o trem que me trouxe, voltasse e dissipasse a fumaça, e eu então retornasse pras coisas que eu deixei.</p>
<p>Meu pequeno Cachoeiro, essas terras entre as serras, doce terra onde eu nasci, te confesso, você é a saudade que eu gosto de ter, e que mora pra sempre em mim; é como sentir você bem perto, é como estar desperto pra ver tudo igual como era antes, que nada se modificou, e ouvir de novo as águas cantantes do meu Itapemirim.</p>
<p>E é assim que o pensamento voa, vagueia assim, à toa, e até parece que eu voltei&#8230; Voltei a ser criança, a ser &#8220;Zunga&#8221; outra vez. Ah! Sentimento bem vindo&#8230; Vejo o meu cachorro me sorrir latindo, estou em frente ao portão, eu voltei, pra viver o sonho mais bonito que um dia alguém já sonhou, e sentir que o sol que atravessa essa estrada jamais se apagou.</p>
<p>Me vejo menino, correndo aos braços de minha mãe, pro seu abraço, e no carinho e afago, me envolver num laço, e adormecer, como sempre eu fazia. Olhar meu pai, e seus cabelos brancos, seu rosto marcado, à disfarçar o cansaço com um sorriso franco das verdades da vida e ouvir as suas histórias, lições que me fizeram crescer e, do jeito simples à esconder as dificuldades, tentando encher minha vida de fantasia ao enfeitar as coisas que eu via.</p>
<p>Ah! Quem dera&#8230; Poder fazer desse tempo, uma eterna primavera, desabrochar em flor pra sempre, o flamboyant no meu quintal, e deitar à sua sombra, e sentir aquela brisa mansa, que sopra enquanto lança o perfume do laranjal.</p>
<p>Vai e vem na minha mente, esse vento do tempo, e traz as ondas do rádio que um dia me embalaram ao som de tangos e boleros, velhos tempos&#8230; Belos dias&#8230; Onde o meu sonho crescia nas cordas de um violão. Hoje relembro e refaço aquela despedida, nas lágrimas soltas na estação, a partir na promessa de uma volta, como todos que um dia se vão e assim, na lembrança, colar os cacos do meu coração, me redimir e repartir essa dor e a saudade, nos versos de uma canção.</p>
<p>Assim, como naquele dia, eu me vejo, com aqueles olhos tristes, porém cheios de esperança, buscando encontrar à sorte, todas as coisas que um dia eu sonhei pra mim, e me deixo levar em ritmo de aventura, nas batidas do meu coração, igual a quando aqui cheguei, nesse Rio de Janeiro, no seu abraço aberto, hospitaleiro, na transviada inquietude daquela louca juventude, que andava na contra-mão.</p>
<p>Até parece que foi ontem&#8230; Aquelas tardes de domingo, de guitarras eletrizantes, que ecoavam como o ronco barulhento dos carangos, incendiando a multidão; era um ritmo alucinante e quente, o rock in roll envolvente, uma brasa a aquecer meu coração&#8230; E eu que sempre fui tão inconstante, te juro, bicho, me rendi àquela paixão&#8230;</p>
<p>E não adianta nem tentar esquecer, o que durante muito tempo em minha vida passou a viver&#8230; Eu me lembro com detalhes, a velha calça desbotada, a jaqueta encouraçada e a brilhantina no cabelo. Meu mundo girava no vinil da vitrola, vivia voando no meu carro, à 120 por hora, a velocidade andava junto a mim, e sem saber quando, nem pra onde, me levava ao espaço, como &#8220;Sputnik&#8221; pelo ar.</p>
<p>Nas curvas e esquinas da vida, encontrei amigos, parceiros da mesma viagem, e seguimos juntos a mesma estrada, como bons companheiros, amigos de fé, irmãos camaradas, que eu não esqueço jamais. Aquele era o meu momento, nascia um novo tempo, agitando o mundo ao som do Iê Iê Iê, e com ele, um movimento: a Jovem Guarda, que assim, como do nada, me coroou o seu rei.</p>
<p>E eu então, me perguntava:</p>
<p>- Que rei sou eu?</p>
<p>Que rei que nada&#8230; Eu sou terrível! Um lobo mau, um negro gato de arrepiar, talvez um gênio&#8230; Nem pensar! Basta ver os erros do meu português ruim&#8230;</p>
<p>Avancei sinais, vivi em festas de arromba e, pra conquistar garotas, dispensei meu cadilac, me rendi à um calhambeque, fui o bom no Splish Splash dos beijos roubados no cinema, de garotas papo firme, namoradinhas dos amigos e dos brotos no portão&#8230; Foi quando me lembrei do passado, do romântico apaixonado que eu era, do meu velho violão, e da simplicidade de dizer &#8216;Eu Te Amo&#8217; com a voz do coração.</p>
<p>Assim então, assumi meu reinado e proclamei, como um brado à esquecer a tristeza e ter a certeza de que a felicidade um dia vem, que daqui pra frente, tudo vai ser diferente, e que eu quero que vá tudo&#8230; Tudo pra quem ama com ternura, tudo, pra tudo que se quer bem.</p>
<p>Eh!.. Esse mundo dá voltas&#8230; E, numa delas, lá ia eu e meu sonho viver, era uma força estranha, uma voz tamanha que me levava a cantar, a atravessar fronteiras, a romper barreiras, &#8216;parlando&#8217; italiano a &#8216;Canzone Per Te&#8217;; e foi assim, de mansinho, que San Remo todinho, viu e ouviu o amor vencer.</p>
<p>Senti então, que esse amor fala uma só linguagem, e faz o sonho acontecer&#8230; E assim, contei histórias de romances, de amadas e amantes, o amor infinito, puro, sem medida, incontido; sentimento sem dia, sem hora ou lugar pra nascer, o que não sai de moda, é moderno, mesmo que seja à moda antiga, é eterno, um constante amanhecer.</p>
<p>E assim, afaguei em meus versos, mil mulheres, enxergando a beleza de todas as formas e proporções, foram tantas, foram todas, tantas rimas, em tantas canções.</p>
<p>Desvendei caminhos, procurei atalhos, como a abelha necessita de uma flor e na sede de amor, bebi das paixões desenfreadas, por metáforas descrevi o côncavo e o convexo, o sexo como cavalgada. Me vi em desalinho, a fazer ninho nos lençóis macios, a deixar marcas sem me importar com a desordem de tanto amar, entre os botões que se desatam e se abrem em braços que se abraçam e se enlaçam no céu do êxtase, mudando estrelas de lugar.</p>
<p>E então, desse infinito universo de prazer, me abastecendo de brasilidade, viajei na verdade da vida do meu povo, de cada palmo desse chão; no dia-a-dia da cidade, na lida pra ganhar o pão.</p>
<p>Fiz da canção a passageira no táxi das nossas ruas; no campo foi ela a companheira, tangendo em moda de viola, nas veredas desse sertão, e fui presente na saudade que roda e rola no coração disparado, no pára-choque estampado, todo dia nessa estrada, a contar horas de ansiedade na boleia de um caminhão.</p>
<p>Fiz da minha voz, um grito de alerta à consciência dos seres humanos a zelar pela natureza, e usei a poesia em defesa do céu, da Terra e do mar; fiz chegar àqueles que estão surdos, a mensagem, que o progresso, às vezes absurdo, tantos males nos traz, e que é preciso saber viver, que a razão precisa entender enquanto há tempo e passar a seguir o exemplo: ser civilizado como os animais.</p>
<p>É meu irmão, nessa vida são idas e vindas que me levam na brisa do vento, no fluxo das marés em movimento, à algum lugar bonito e tranqüilo pra gente se amar, pois de que vale o paraíso sem amor?&#8230; E continua a viagem e mergulho livre num oceano de desejos, a singrar ondas de emoções, a flutuar num mar de rosas, como navegante dos sentimentos, comandante de tantos corações.</p>
<p>E por fim, essa fé que me faz otimista demais, me fez subir a montanha, à dispor do alto, minha voz à voz de Deus, a fazer do meu cantar, uma oração para a humanidade, a descobrir no verbo, a sua essência e sua verdade, a tornar-me um instrumento mensageiro de paz e de boa vontade.</p>
<p>Não, eu não sou rei&#8230; Mas acho que me tornei amigo do Rei, o Rei dos reis, esse ser de luz, a claridade que faz com a sua simplicidade, a força que me conduz.  </p>
<p>São tantas emoções já vividas, detalhes de uma vida, histórias que eu contei aqui. E se hoje você me faz seu enredo, é talvez, a maior das emoções dessa minha vida, a qual, com palavras, não sei dizer, mas quero sim, abrir meus braços num abraço e em suas asas, Beija-Flor, me entregar e agradecer, e assim poder definir com singeleza, como é grande o meu amor por você!</p>
<p>E se não há nada pra comparar, deixa o seu samba explicar, esse puro sentimento, que só o coração pode falar. Agora eu sei o que é ter um milhão de amigos e bem mais forte poder cantar&#8230;</p>
<p>Canta Beija-Flor! Pois seu canto acenderá ainda mais essa chama, essa aura azul e branca que te encanta, que te dá força, fé e esperança, que ilumina o sorriso de suas crianças, anjos de guarda da sua herança, essa luz que cobre como um manto essas &#8220;nossas senhoras&#8221;, Marias, mães baianas do samba.</p>
<p>Que os céus as abençoem, e que derramem por todo o seu povo essa luz que do amor emana e inflama o mundo através da nação nilopolitana, uma luz divina e que assim se traduz: Uma luz que nos une e se funde numa só luz, que nos traz a simplicidade e a paz do verdadeiro Rei, a paz do Nosso Rei Jesus.</p>
<p>(Texto divulgado à Imprensa)</p>
<p><strong>Fonte:</strong> <a title="LIESA" href="http://liesa.globo.com" target="_blank">LIESA &#8211; Liga Independente das Escolas de Samba</a></p>
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		<title>Conhecendo os Enredos 2011 &#8211; X9 Paulistana</title>
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		<pubDate>Sun, 06 Feb 2011 11:00:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Leandro</dc:creator>
				<category><![CDATA[Carnaval]]></category>
		<category><![CDATA[carnaval 2011]]></category>
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		<category><![CDATA[grupo especial]]></category>
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		<description><![CDATA[
A idéia é um post por semana, até o dia mais importante do ano até o Carnaval, sobre os Enredos de 2011 das Escolas de Samba do Grupo Especial do Rio de Janeiro e São Paulo, para enriquecer e enobrecer o seu conhecimento mostrar o que cada uma apresentará No Maior Espetáculo da Terranos desfiles  [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://nadanovodenovo.com.br/wp-content/uploads/2010/12/2011_X9.jpg"><img class="alignright size-full wp-image-3930" title="2011_X9" src="http://nadanovodenovo.com.br/wp-content/uploads/2010/12/2011_X9.jpg" alt="" width="260" height="314" /></a></p>
<p>A idéia é um post por semana, <span style="text-decoration: line-through;">até o dia mais importante do ano</span> até o Carnaval, sobre os <strong>Enredos de 2011</strong> das <strong>Escolas de Samba</strong> do <strong>Grupo Especial</strong> do <strong>Rio de Janeiro</strong> e <strong>São Paulo</strong>, para <span style="text-decoration: line-through;">enriquecer e enobrecer o seu conhecimento</span> mostrar o que cada uma apresentará <span style="text-decoration: line-through;">No Maior Espetáculo da Terra</span>nos desfiles de 2011.</p>
<p>Neste post será <span style="text-decoration: line-through;">dado uma aula</span> apresentado o enredo da <strong>X9 Paulistana</strong>, escola paulista, cujo tema será:</p>
<p><strong>&#8220;Nas asas de um sonho de uma criança, Renato Aragão, o embaixador da esperança<strong>”</strong></strong></p>
<p>Este enredo é uma homenagem a Renato Aragão que completou 50 anos de carreira, divertindo &#8220;crianças&#8221; de todas as idades.</p>
<p>Clique em “CONTINUE LENDO AQUI” para ler a <strong>Sinopse do Enredo.</strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong> </strong><span id="more-3929"></span></p>
<p><strong>Sinopse do enredo: </strong></p>
<p>Dos seios do sertão</p>
<p>Vem nosso eterno trapalhão</p>
<p>Se ser criança  é sonhar e viajar nas estrelas</p>
<p>Veremos mais um herói, o Embaixador da Esperança. <br />
 </p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<p><strong>Primeiro setor: A Terra Mágica!!!</strong><strong> </strong></p>
<p><strong> </strong>“A imaginação é mais importante que a ciência, porque a ciência é limitada, ao passo que a imaginação abrange o mundo inteiro.”</p>
<p><em>Albert Einstein</em></p>
<p> ”A imaginação tem todos os poderes: ela faz a beleza, a justiça, e a felicidade, que são os maiores poderes do mundo.”</p>
<p><em>Blaise Pascal</em></p>
<p> ”O homem que não tem imaginação não tem asas.”</p>
<p><em>Muhammad Ali</em></p>
<p> A vida é feita de sonhos e imaginação.</p>
<p>Estes dois elementos são capazes de fazer sorrir, chorar, criar sentimentos, histórias e personagens, uma junção de idéias que faz do ser humano um ser especial, um ser capaz de imaginar e fantasiar suas emoções.</p>
<p>Mentes brilhantes trabalham noite e dia em busca de fazer do dia a dia de milhares de crianças melhor, e uma destas mentes se destaca neste carnaval, a de um eterno garoto, a mente de um trapalhão que veio do Ceará em busca de um sonho, lutou e venceu, conquistou seus ideais e hoje faz da história de milhares de crianças o reflexo de suas conquistas.</p>
<p>Entre festas e fitas, cores e encantos, sombrinhas e elementos de um rico folclore cearense, Renato Aragão, expressão maior do riso e da comédia brasileira cresceu, sob o olhar das rendeiras do universo, que tecem a vida de cada pessoa.</p>
<p>A vida deste homem recebeu um fio especial, e foi tecida com orgulho por sua terra, que hoje, se orgulha de seu filho, se orgulha de seu garoto, o mago da alegria, o mosqueteiro da esperança.</p>
<p>Gira a bola, roda o pião, canta a ciranda mais bela que está presente na história desta terra de mitos e magias que é o Ceará, que revelou ao mundo o mais querido trapalhão.</p>
<p>Sob as ondas de energia que banha este estado glorioso, nosso enredo vai começar, e em pleno carnaval o cidadão hoje irá se coroar.</p>
<p>Carnaval que gerou o samba, que deu frutos, raízes fortes que hoje vem cantar em prosa e verso a mais bela história infantil, embarcando em uma viagem fantástica pelo mundo da fantasia, mesclando a realidade com a inocência, abrindo os portais deste mundo encantado, guiado por seres “divinos”  que mostram que sonhar é possível e brincar é preciso… </p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<p><strong>Segundo setor: Brincar é Preciso… </strong><strong> </strong></p>
<p> ”Brincar com crianças não é perder tempo, é ganhá-lo…”</p>
<p><em>Carlos Drummond de Andrade </em></p>
<p><em> </em>“Nas brincadeiras, uma criança age de acordo com sua visão do mundo.”</p>
<p><em>J.Piaget</em></p>
<p><em> ”</em>Não paramos de brincar porque envelhecemos, envelhecemos porque paramos de brincar.”</p>
<p><em>Nana, 103 anos</em></p>
<p><em> </em>Se todos cirandavam, volta e meia era dada com graça e alegria, histórias e mitos do folclore a serem lembrados com bom humor e respeito… É preciso brincar…</p>
<p>E se brincar é  preciso, este mundo encantado, de alegria e imaginação, proporciona a seus habitantes durante todo o tempo, os mais belos momentos, onde a inocência é vista em uma bater de asas de fada, onde a fé  se depara com a realidade de um povo que busca na infância a inspiração para cantar seu grande guerreiro. Um mago, que neste mundo encantado usava de seus super poderes para alegrar e criar sorrisos, entre dados, bolas e piões, ele faria de sua vida, uma dedicação, uma prova de amor, aqueles que não teriam o tamanho pára responder pelos seus atos, mas teriam dentro de si o tamanho da verdade, para responder aos atos daqueles que já sobrepõe a verdade pelo tamanho.</p>
<p>O mago do circo, o mago do sorriso, o mago da inocência, o palhaço das crianças que teria a missão de protegê-las dentro ou fora deste mundo. Na verdade o palhaço da infância que levaria para fora deste mundo encantado o direito de brincar, o direito de ser feliz, e o dever de ser um eterno garoto a sonhar. </p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<p><strong>Terceiro setor: O Encontro dos Quatro Magos, dos Quatro Cavaleiros da Fantasia.</strong><strong> </strong></p>
<p> “Ludus est necessarius ad conversationem humanae vitae.” – “O humor é necessário para a vida humana.”</p>
<p><em>S. Tomás de Aquino</em></p>
<p><em> </em>“É mais fácil obter o que se deseja com um sorriso do que à ponta da espada.”</p>
<p><em>William Shakespeare</em></p>
<p><em> </em>“Pouca coisa é necessária para transformar inteiramente uma vida: amor no coração e sorriso nos lábios.”</p>
<p><em>Martin Luther King</em></p>
<p><em> </em>Guiado pelos guardiões deste mundo infantil, nosso mago, é revelado a um mundo real, onde as pessoas precisavam sorrir. Precisa, através do que sabia fazer de melhor, proporcionar alegria ao mundo real, com humor inocente, debochado, irreverente… Transformando a realidade em fantasia, em alegria, em riso sincero e inocente, às vezes até mesmo debochado!</p>
<p>Um mundo onde as pessoas clamavam pelo sentimento da alegria.</p>
<p>Ele então se juntou a mais três magos, três cavaleiros da paz, que uniriam suas forças para fazer com que este sentimento de alegria brotasse como uma flor dentro de cada pessoa.</p>
<p>O quarteto estava formado… Didi, Dedé, Mussum e Zacarias, sua missão: proteger e alegrar àqueles em que a voz ainda não é ouvida. Para isto receberam de presente um dom: o dom da comédia, do humor, pois desta forma poderiam falar a linguagem dos inocentes.</p>
<p>Comunicando, sorrindo e fazendo trapalhadas, o quarteto, foi responsável por alegrar as pessoas durante os domingos, através da caixinha mágica, que todos chamam de televisão. São campeões de bilheterias, ao levar a sua mensagem através das grandes telas da sétima arte, que no mundo real chamamos de cinema!</p>
<p>Foram palhaços, foram heróis, foram magos do povo, foram seres de luz, que com maestria realizavam a arte de fazer sorrir. Nos fizeram viajar com Ali Babá, com Aladim, com Robin Hood, com Simbad… Nos levaram por lugares jamais imaginados! À Ilha do Tesouro, ao Planalto dos Macacos, às Minas do Rei Salomão, à Serra Pelada, à Oroz e até à Compadecida! Nos proporcionaram encontros com príncipes e princesas, reis e rainhas inventados… O dom de criar gargalhadas de transformar o palco da vida no verdadeiro palácio da alegria.</p>
<p>Tanto nas telinhas, quanto nas telonas… Os Trapalhões nos encantaram com sua alegria, com sua história e suas estórias… Manter-nos a pureza e a inocência nos risos e sorrisos por conta de suas maravilhosas trapalhadas!</p>
<p>Didi, Dedé, Mussum e Zacarias… Os quatro Cavaleiros da Alegria, ou seria… Fantasia! O que importa é que a missão do quarteto fantástico nacional foi cumprida, e muito bem cumprida!!!</p>
<p>Com parte da missão cumprida, dois destes cavaleiros foram chamados de volta ao mundo mágico, mas os que permaneceram, continuam sua constante vigília por um mundo melhor, jamais esquecendo a verdadeira missão: preservar a chama acesa nos inocentes e pequenos corações… </p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<p><strong>Quarto setor: As Mazelas do Mundo, os Monstros da Vida Real.</strong><strong> </strong></p>
<p> ”A maldade é uma invenção humana.”</p>
<p><em>John Marsden</em></p>
<p><em> </em>“O mundo não está ameaçado pelas pessoas más, e sim por aquelas que permitem a maldade.”</p>
<p><em>Albert Einstein</em></p>
<p><em> </em>“Não há  outro inferno para o homem além da estupidez ou da maldade dos seus semelhantes.”</p>
<p><em>Marquês de Sade</em></p>
<p><em> </em>O mundo ainda oferece perigos, e as crianças estão hoje a mercê de bruxos e bruxas, que refletem a maldade em suas faces. Monstros cercam o dia a dia destes pequenos frutos de nossas vidas, tentando e assediando a pureza existente dentro do coração cheio de vida e energia daqueles cuja proteção esta ameaçada.</p>
<p>Um monstro tentador, que se utiliza de meios para seduzir com suas mentiras, um monstro tentador, que usa de meios obscuros e está em todos os lugares. É  preciso dar um basta, é preciso dizer não. As Drogas são hoje uma realidade neste mundo o qual devemos proteger. Lugar de criança é na escola, aprendendo e brincando, e não trabalhando.</p>
<p>Nosso herói trapalhão fez com que os direitos das crianças fossem ouvidos e respeitados, vence o grande monstro, ao lado de defensores, amigos, que se juntaram a ele, na luta por um mundo melhor.   </p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<p><strong>Quinto setor: A Conquista e Coroação do Embaixador da Esperança.</strong><strong> </strong></p>
<p> ”Ainda acabo fazendo livros onde as nossas crianças possam morar.”</p>
<p><em>Monteiro Lobato</em></p>
<p> ”Não devemos explicar nada a uma criança, é  preciso maravilhá-la.”</p>
<p><em>Marina Tsvetana</em></p>
<p> ”No amor de uma criança tem tanta canção pra nascer, carinho e confiança, vontade e razão de viver.”</p>
<p><em>Cláudio Nucci</em></p>
<p> E se a criança tem o seu direito, ele deve ser respeitado. Toda criança tem o direito de brincar, estudar, ter uma família, de ser compreendida e protegida. E se é um direito, ele deve sim ser respeitado, ao lado da UNICEF, ele desempenha seu papel humanitário, cria oportunidades de uma vida melhor e desenvolvimento social.  Toda criança tem o direito de crescer ao lado de sua família, tem o direito à saúde, o direito à educação, o direito à diversão, toda criança tem o direito de ser feliz, de ter oportunidades e respeito. Toda criança tem o simples direito de brincar… Direito de ser criança!!!</p>
<p>Comoveu o Brasil e o mundo. Fez do Criança Esperança uma realidade, aplaudido de pé  ano após ano, alcançando seus objetivos.</p>
<p>Do alto, das mãos de Deus, ele um dia derramou suas bênçãos sobre àqueles que buscam o amor, a paz e a tolerância.</p>
<p>Hoje reconhecido, nosso mago, Renato Aragão, recebe o titulo de Embaixador da Esperança, em um momento magistral, desvendando o “X” da questão, revelando ao mundo que todos temos uma criança adormecida dentro de cada coração, e que basta olhar pra dentro, ouvir os nossos sentimentos, deixar com que o sonho vire realidade.</p>
<p>Pois é preciso sonhar… é preciso brincar… é preciso ser feliz. <br />
 </p>
<p><em>Flávio Campello e Rodrigo Cadete</em></p>
<p>CARNAVALESCOS  </p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<p><strong>ELEMENTOS DO DESFILE</strong></p>
<p><strong> </strong>Retirantes da Alegria</p>
<p>A TERRA MÁGICA NO NORDESTE DO BRASIL!</p>
<p>Sertanejos da Ilusão</p>
<p>O Reisado</p>
<p>Brincantes do Reisado</p>
<p>Bumba-Meu-Boi</p>
<p>O Rei e Rainha do Maracatu</p>
<p>Romeiros de Padre Cícero</p>
<p>Bandeiras e Balões, Pula Fogueira… Viva São João!</p>
<p>Rendeiras do Universo</p>
<p>Entre Bolas, Pipas e Piões…</p>
<p>BRINCAR É PRECISO…</p>
<p>O Inocente Palhaço</p>
<p>Pintando o Sete…</p>
<p>Heróis do Imaginário</p>
<p>Um Reino Encantado</p>
<p>A Caixinha Mágica: Televisão</p>
<p>Campões de Bilheteria: A Sétima Arte &#8212; Cinema</p>
<p>OS QUATRO CAVALEIROS DA FANTASIA…</p>
<p>A Maldade e a Crueldade – A Violência</p>
<p>O Monstro da Pedofilia</p>
<p>O Trabalho Infantil</p>
<p>As Drogas</p>
<p>A Fome e a Miséria</p>
<p>OS MONSTROS DA VIDA REAL…</p>
<p>Brincar Agora é Lei…</p>
<p>Saúde…</p>
<p>Educação…</p>
<p>Fartura…</p>
<p>Felicidade</p>
<p>Paz e Amor</p>
<p>COROAÇÃO E ACLAMAÇÃO DO EMBAIXADOR DA ESPERANÇA: RENATO ARAGÃO! </p>
<p>Fonte: <a href="http://veja.abril.com.br/blog/passarela/avenida/x-9-paulistana/" target="_blank">Passarela</a></p>
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		<title>Conhecendo os Enredos 2011 &#8211; Porto da Pedra</title>
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		<pubDate>Sun, 30 Jan 2011 11:00:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Leandro</dc:creator>
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 A idéia é um post por semana, até o dia mais importante do ano até o carnaval, sobre os Enredos de 2011 das Escolas de Samba do Grupo Especial do Rio de Janeiro e São Paulo, para enriquecer e enobrecer o seu conhecimento mostrar o que cada uma apresentará No Maior Espetáculo da Terra nos desfiles  [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://nadanovodenovo.com.br/wp-content/uploads/2010/09/2011_PortodaPedra_Logo.jpg"><img class="alignright size-full wp-image-2711" src="http://nadanovodenovo.com.br/wp-content/uploads/2010/09/2011_PortodaPedra_Logo.jpg" alt="" width="238" height="287" /></a></p>
<p> A idéia é um post por semana, <span style="text-decoration: line-through;">até o dia mais importante do ano</span> até o carnaval, sobre os <strong>Enredos de 2011</strong> das <strong>Escolas de Samba</strong> do <strong>Grupo Especial</strong> do <strong>Rio de Janeiro</strong> e <strong>São Paulo</strong>, para <span style="text-decoration: line-through;">enriquecer e enobrecer o seu conhecimento</span> mostrar o que cada uma apresentará <span style="text-decoration: line-through;">No Maior Espetáculo da Terra</span> nos desfiles de 2011.</p>
<p>Neste post será <span style="text-decoration: line-through;">dado uma aula</span> apresentado o enredo da <strong>Porto da Pedra</strong>, escola carióca, cujo tema será:</p>
<p><strong><strong>&#8220;<strong>O sonho sempre vem pra quem sonhar&#8221;</strong></strong></strong></p>
<p>Se perca no mundo dos sonhos.</p>
<p>Clique em “CONTINUE LENDO AQUI” para ler a <strong>Sinopse do Enredo.</strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><span id="more-2712"></span></p>
<p><strong>O sonho sempre vem pra quem sonhar &#8230;</strong></p>
<p>“Voar é com os pássaros<br />
Sonhar é com a gente<br />
porque eles têm asas<br />
e nós temos a mente<br />
que nos permite voar<br />
de um jeito bem diferente<br />
ir &#8211; sem sair do lugar -<br />
ao futuro lá na frente<br />
e além de ir, enfeitar,<br />
construir e habitar<br />
uma realidade inexistente<br />
como se fosse real<br />
o que é apenas sonho, <br />
realmente.”</p>
<p>- Sonhar parece coisa de gente que vive de fantasia, fora da realidade!<br />
Quantas vezes já ouvi: Caia na real!<br />
Mas hoje eu te proponho: Caia no sonho! <br />
Sonhe acordado, com o impossível e o improvável. <br />
Use a imaginação!<br />
Conheci muitas pessoas que também sonhavam, mas não tiveram coragem de lutar pelo que acreditavam, e foram deixando que seus sonhos se esvaziassem. Sonhando sozinhas&#8230; desanimaram.<br />
Sonharam o sonho dos outros, nunca foram protagonistas, somente figurantes.</p>
<p>“o sonho é a fotografia<br />
de um tempo muito esperado<br />
que dorme dentro da gente<br />
sonhando ser acordado<br />
&#8230; o sonho é a expressão<br />
do nosso mundo sonhado”</p>
<p>-Sempre vivi num ambiente de sonhos. Que sorte!<br />
Ainda menina, cresci cercada de finas companhias, com tantos sonhos quanto eu, só que maiores e mais importantes, sonhos de gente grande. <br />
Aníbal Machado, meu pai; Drummond, Cecília Meirelles, Eneida, Fernando Sabino, Paulo Mendes Campos, Rubem Braga e muitos outros.<br />
Que prazer senti em conhecer tanta gente diferente, inusitada!<br />
Pareciam nem viver neste mundo&#8230;<br />
Fez parte da minha essência: sonhar!</p>
<p>“(&#8230;) sonhos que viraram história <br />
(&#8230;) sonhos que nos enchem de esperança<br />
sonhos pra quando a gente crescer<br />
e sonhos de voltar a ser criança”</p>
<p>- Fiz do meu dia-a-dia sempre uma história diferente, pois queria ter a cada minuto um encontro com a liberdade e a fantasia, o sonho e a ilusão.<br />
Ninguém me contava as histórias que queria ouvir, por isso criava as minhas.<br />
Vivi a aventura de perseguir meus sonhos, ainda que para muitos esses sonhos fossem utopia, coisa de “gente doida”, levei-os adiante, fazendo com que outras pessoas acreditassem neles e os tornassem realidade.<br />
Transformei o natural em maravilhoso, a realidade em fantasia, um pedaço de pano e papel pintado em personagens vivos.<br />
Através dos bonecos consegui atingir a alma da criança e da “criança” que os grandes guardam dentro de si, fazendo-os crer no irreal, e viver dentro dele, tão próprio do espírito infantil. <br />
Meu sonho: surpreender, divertir, encantar.</p>
<p>“Tem sonhos de todos os tipos<br />
pra todos os gostos e agitos (&#8230;)<br />
sonhos que são mesmo da gente<br />
e sonhos emprestados (&#8230;)<br />
sonhos de crescer, de mudar o mundo<br />
e sonhos de ir viver <br />
bem distante deste mundo<br />
Sonhos de todas as cores, <br />
formas e tamanhos (&#8230;)<br />
e sonhos que todos podem sonhar<br />
a qualquer hora do dia<br />
em qualquer tempo e lugar”</p>
<p>- Criança é um ser que acredita. Quando começa a deixar de acreditar finge que acredita. É o faz de conta.<br />
E fiz de conta tantas coisas! <br />
Misturei, inventei e reinventei de tudo. Já fui herói e bandido, já fui boa e fui má.<br />
Já fui menino sonhador e até matei um dragão. Fui ladrão, roubei fórmulas, cebolinhas, receita e colar. Conversei com Deus e fui bicho que nem existe. Brinquei de bangue-bangue, fui artista de circo e viajei na corcunda do vento. Já tive medo de gente, conheci o mundo inteiro e tive a audácia de deixar um rei sem roupa.<br />
Imaginei que fui fantasma, marinheiro, palhaço, músico, velha, detetive, jurado, juiz, xerife, bruxo, pirata e até cavalo. Fui tudo o que eu quis ser.<br />
Inventei tanta coisa, até um teatro! Ah, o meu Tablado! <br />
Só não inventei que eu era escritora, porque isso&#8230; ah eu era!</p>
<p>“Há sonhos pra se sonhar sozinho<br />
e sonhos pra se sonhar a dois<br />
sonhos que muitos já sonharam antes<br />
e que muitos sonharão depois<br />
sonhos pra se sonhar em vida<br />
e sonhos pra depois (&#8230;)”</p>
<p>- Criei meus sonhos principalmente porque quis mexer com a emoção e o inconsciente das pessoas. Procurei em cada um de nós aquilo que parecia e precisava, nos dar um motivo maior para viver.<br />
Ainda quero sonhar muito, sonhar alto e fazer sonhar.<br />
Sonho que as minhas histórias sejam sempre recontadas e reinventadas, pois a cada reinvenção, o meu sonho continua, e cada criança que a ouve, um dia cresça e conte aos seus filhos, para que estas histórias recomecem.</p>
<p>Sonhou?</p>
<p>Maria Clara Machado, <br />
reinventada por mim,</p>
<p>Paulo Menezes</p>
<p>*O texto em negrito é parte do poema Sonhos de autoria de Geraldo Eustáquio de Souza</p>
<p>(Texto divulgado à Imprensa)</p>
<p><strong>Fonte:</strong> <a title="LIESA" href="http://liesa.globo.com" target="_blank">LIESA &#8211; Liga Independente das Escolas de Samba</a></p>
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		<title>Conhecendo os Enredos 2011 &#8211; Vila Maria</title>
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		<pubDate>Sun, 23 Jan 2011 11:00:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Leandro</dc:creator>
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A idéia é um post por semana, até o dia mais importante do ano até o Carnaval, sobre os Enredos de 2011 das Escolas de Samba do Grupo Especial do Rio de Janeiro e São Paulo, para enriquecer e enobrecer o seu conhecimento mostrar o que cada uma apresentará No Maior Espetáculo da Terranos desfiles  [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><strong><a href="http://nadanovodenovo.com.br/wp-content/uploads/2010/09/2011_VilaMaria_Logo.bmp"><img class="alignright size-full wp-image-2682" src="http://nadanovodenovo.com.br/wp-content/uploads/2010/09/2011_VilaMaria_Logo.bmp" alt="" width="229" height="307" /></a></strong></p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<p>A idéia é um post por semana, <span style="text-decoration: line-through;">até o dia mais importante do ano</span> até o Carnaval, sobre os <strong>Enredos de 2011</strong> das <strong>Escolas de Samba</strong> do <strong>Grupo Especial</strong> do <strong>Rio de Janeiro</strong> e <strong>São Paulo</strong>, para <span style="text-decoration: line-through;">enriquecer e enobrecer o seu conhecimento</span> mostrar o que cada uma apresentará <span style="text-decoration: line-through;">No Maior Espetáculo da Terra</span>nos desfiles de 2011.</p>
<p>Neste post será <span style="text-decoration: line-through;">dado uma aula</span> apresentado o enredo da <strong>Vila Maria</strong>, escola paulista, cujo tema será:</p>
<p><strong>&#8220;Teatro Amazonas &#8211; Manaus em Cena<strong>”</strong></strong></p>
<p>Este enredo se resume em seu próprio tema.</p>
<p>Clique em “CONTINUE LENDO AQUI” para ler a <strong>Sinopse do Enredo.</strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong><span id="more-2683"></span></strong></p>
<p><strong>TEATRO AMAZONAS <br />
</strong><em><strong>Manaus em Cena</strong><br />
</em><br />
<strong>Por:</strong> Fábio Borges &#8211; Carnavalesco</p>
<p>No final de século XIX, Manaus vivia, graças às fortunas feitas através do comércio do látex das seringueiras, sua “Belle Époque”. Era uma das cidades mais prósperas do mundo, e, em nome da modernidade e do cosmopolitismo, passou por um embelezamento estratégico, adquirindo  as feições e o requinte da capital francesa, sendo por isso chamada de “Paris dos Trópicos”. Nos salões dos palacetes falava-se francês, as mulheres elegantes usavam “toilettes” parisienses, e os cavalheiros acendiam charutos em cédulas de Libras Esterlinas.</p>
<p>Para Manaus, ser bela como Paris era muito pouco. Para os barões da Borracha, habituados a uma vida cultural requintada, com gosto pela literatura dramática e música lírica, a cidade deveria ser um marco da civilização brasileira, e para isso faltava uma Casa de Ópera, com os recursos técnicos adequados para receber as importantes companhias líricas européias, e os espetáculos que faziam sucesso nos palcos do velho mundo. </p>
<p>A construção do Teatro Amazonas foi proposta em 1881, mas as obras só foram iniciadas três anos depois, pelo Gabinete Português de Engenharia e Arquitetura de Lisboa, autor do projeto. Como os materiais utilizados em sua construção vieram da Europa, elas transcorreram de forma muito lenta. O ferro foi trazido da Inglaterra; o bronze, da Bélgica; as pedras de Liós para o calçamento externo, de Lisboa; As cerâmicas vitrificadas para a cúpula, vieram da Alsácia, e de Paris, as grades de ferro para camarotes, frisas e balcões, a armação da cúpula e os móveis estilo Luís XV; da Itália, mármores, escadas, pórticos, estátuas, colunas, lustres e espelhos de cristal, vasos de porcelana e candelabros; de Damasco vieram os tapetes e o veludo carmezim.O único material brasileiro utilizado foi a madeira de lei,  que era enviada para a Europa e voltava já trabalhada para o Brasil na forma de móveis e piso.</p>
<p>O pernambucano Crispim do Amaral, cenógrafo da Comédie Française, foi encarregado da decoração do teatro, e teve como colaboradores os italianos Domenico de Angelis e Enrico Mazzolani.</p>
<p>Depois de doze anos do início das obras, o Teatro Amazonas foi inaugurado no dia 31 de dezembro de 1896. A população contemplou, deslumbrada, a grandiosidade da construção, com suas fachadas neoclássicas valorizadas pela cúpula de cerâmica com as cores da bandeira brasileira.</p>
<p>No seu interior, valorizado por iluminação feérica, circulavam damas com seus vestidos de cauda e cavalheiros de casaca e cartola, condizentes com a beleza e o luxo da decoração. No Salão Nobre, entre candelabros, lustres venezianos, colunas e portais de mármore, estátuas de ferro francesas, dourados barrocos e estuques rococós, admiravam o conjunto de pinturas neoclássicas de Domenico de Angelis, retratos da natureza amazônica pujante e diversa, com elementos da fauna e fora locais. No teto destaca-se a pintura  &#8220;A Glorificação das Bellas Artes na Amazônia&#8221;.</p>
<p>No salão da Platéia principal, em forma de lira, destacam-se os ornamentos sobre as colunas do pavimento térreo, com máscaras em homenagem a dramaturgos e compositores clássicos famosos, como Ésquilo, Aristóphane, Moliére, Rossini, Mozart, Chopin e Verdi, entre outros. Telas pintadas em Paris pela Casa Carpezot &#8211; a mais tradicional da época -, retratando alegorias à música, dança, a tragédia e uma homenagem ao compositor Carlos Gomes, compõem o teto abobadado, de onde pende um imenso lustre de cristal.<br />
O pano de boca foi pintado por Crispim do Amaral, mas como essa noite foi apenas um ato protocolar, ele não se abriu.</p>
<p>No dia 7 de janeiro de 1897, quando a pintura que retrata o encontro das águas entre os rios Negro e Solimões, subiu ao teto, sem se dobrar, o público finalmente assistiu a estréia  da famosa Companhia Lí­rica Italiana, que encenou em <em>avant première,</em> a ópera &#8220;La Gioconda&#8221;, de Ponchielli.</p>
<p> Após a estréia apoteótica da Lírica Italiana, a cidade vivia em torno do repertório encenado no palco do palácio neoclássico, que vivia seu apogeu. Suas escadarias serviam de passarela para &#8220;os homens que iam de casaca; as poucas senhoras, de decote e cobertas de jóias; as muitas <em>cocottes,</em> ainda mais decotadas e mais cheias de jóias&#8221;,</p>
<p>Enquanto a cotação da borracha assegurou o progresso da região, a elegante sociedade manauara assistiu ao que existe de melhor no repertório operístico: “Aída”,  “O Barbeiro de Sevilha”,O Baile de Máscaras,  La Traviata, Carmem, O Guarany, etc</p>
<p>Mas no horizonte despontava a crise,  com a entrada no mercado mundial da borracha produzida na Malásia, com mudas levadas da Amazônia pelo inglês Henry Wickhan.<br />
Em março de 1908, a imprensa noticiava as primeiras quedas na cotação da borracha, devido à superprodução, e a crise fecharia alguns anos depois as portas do Teatro às grandes encenações.</p>
<p>Desde 1910, a cautela de empresários e grupos artísticos tornou-se rotineira. Concomitantemente ao declínio do monopólio da borracha, escasseavam os desembarques de trupes do exterior.</p>
<p>A ruína econômica silenciou o eco das árias entoadas nas noites de gala do Teatro Amazonas, que passaria por momentos de dificuldades, sofrendo um primeiro abandono. A população, saudosa de espetáculos, vai abrir o pano de boca do teatro para uma imaginária apresentação do Grande Caruso cantando “Rigoletto”, de Verdi, na inauguração do Teatro; para a lendária apresentação de Sarah Bernhardt recitando “Fedra”, de Racine; para o “cisne imortal” Ana Pavlova, dançando o “Lago dos Cisnes”.</p>
<p>Durante décadas, seria palco de espetáculos esporádicos: concerto do jovem Heitor Villa-Lobos em 1912, e da “piccola brasiliana” Bidú Sayão, em 1936.<br />
Entre 1959 e 1969 recebeu o “Auto da Compadecida” de Ariano Suassuna; “Boca de Ouro”, de Nelson Rodrigues; “Morte e Vida Severina”, de João Cabral de Melo Neto; “É Xique Xique no Pixoxó”, de Walter Pinto.</p>
<p>Na escassez de atividades musicais, foi também palco de banquetes,  exibições de faquires e mágicos, bailes de carnaval, projeção de filmes sonoros, e depósito de borracha e gasolina.</p>
<p>Todo o acervo arquitetônico e artístico também foi danificado e saqueado ao longo de décadas, o que levaria ao seu  tombamento como Patrimônio Histórico e Artístico Nacional, em 1966.</p>
<p>Em setembro de 1975, Margot Fonteyn apresentou-se no Teatro Amazonas, como primeira bailarina do Royan Ballet da Inglaterra. Após sua apresentação, doou suas sapatilhas ao Museu do Teatro Amazonas.</p>
<p>Após a última de quatro restaurações, feita pelo Governo do Estado em 1990,  ganhou uma orquestra de primeira classe, um coro e balé. A partir daí, retomou seu apogeu com a apresentação em seu palco de espetáculos clássicos e populares de teatro e dança, e shows de grandes estrelas nacionais e internacionais: Simone, Caetano Veloso, Mercedes Sosa, Roberto Carlos,  Adriana Calcanhoto, Nana Caymmi, Milton Nascimento, Zezé Mota, José Carreras, Maria Lúcia Godoy, Edson Cordeiro, Arthur Moreira Lima, Zubin Mehta, Orquestra Sinfônica Brasileira, Amazonas Filarmônica ,coral do Amazonas, Corpo de Dança do Amazonas, Antonio Gades, Paulo Autran, Fernanda Montenegro, Marília Pêra&#8230;</p>
<p>Na falta da sonhada apresentação do grande Caruso, ganhou de presente a voz do grande Pavarotti, em uma visita-surpresa, quando ali cantou para 50 privilegiados ouvintes. Sem o sonhado balé de Ana Pavlova, viu o filho de Manaus, Marcelo Gomes Mourão, principal bailarino do American Ballet Theater, “dançando no coração da Amazônia II”.<br />
O ta­lento dos intérpretes e o requinte da platéia eram uma evocação das noites de brilho que enfeitavam as estréias de temporadas no auge do Teatro. Além disso, o templo da ópera na Amazônia estava novamente de portas abertas, como nos áureos tempos, abrigando, à partir de 1997 o Festival Amazonas de Ópera, o Festival Amazonas de Jazz, o Amazonas Film Festival e o Festival Amazonas de Dança. <br />
Depois de ter sido palco de espetáculos inesquecíveis, O Teatro Amazonas apresenta, também, o espetáculo que é Manaus, e suas próximas atrações: a Ponta Negra, O Grande Aquário e a Copa do Mundo de 2014.<br />
E a Unidos de Vila Maria, com sua orquestra, seu corpo de baile e seu coral de quatro mil vozes, com imensa alegria canta as glórias desse templo da ópera de Manaus, em forma de ópera popular, o carnaval.</p>
<p><strong>Fonte:</strong> <a href="http://www.unidosdevilamaria.com.br/" target="_blank">Unidos de Vila Maria</a></p>
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		<title>Conhecendo os Enredos 2011 &#8211; Grande Rio</title>
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		<pubDate>Sun, 16 Jan 2011 11:00:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Leandro</dc:creator>
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 A idéia é um post por semana, até o dia mais importante do ano até o carnaval, sobre os Enredos de 2011 das Escolas de Samba do Grupo Especial do Rio de Janeiro e São Paulo, para enriquecer e enobrecer o seu conhecimento mostrar o que cada uma apresentará No Maior Espetáculo da Terra nos desfiles  [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://nadanovodenovo.com.br/wp-content/uploads/2010/09/2011_GrandeRio_Logo.jpg"><img class="alignright size-full wp-image-2618" src="http://nadanovodenovo.com.br/wp-content/uploads/2010/09/2011_GrandeRio_Logo.jpg" alt="" width="243" height="297" /></a></p>
<p> A idéia é um post por semana, <span style="text-decoration: line-through;">até o dia mais importante do ano</span> até o carnaval, sobre os <strong>Enredos de 2011</strong> das <strong>Escolas de Samba</strong> do <strong>Grupo Especial</strong> do <strong>Rio de Janeiro</strong> e <strong>São Paulo</strong>, para <span style="text-decoration: line-through;">enriquecer e enobrecer o seu conhecimento</span> mostrar o que cada uma apresentará <span style="text-decoration: line-through;">No Maior Espetáculo da Terra</span> nos desfiles de 2011.</p>
<p>Neste post será <span style="text-decoration: line-through;">dado uma aula</span> apresentado o enredo da <strong>Grande Rio</strong>, escola carióca, cujo tema será:</p>
<p><strong><strong>&#8220;Y-Jurerê Mirim &#8211; A Encantadora Ilha das Bruxas (Um conto de Cascaes)&#8221;</strong></strong></p>
<p>Este enredo conta a história de Floripa através das obras de Franklin Joaquim Cascaes.</p>
<p>Clique em “CONTINUE LENDO AQUI” para ler a <strong>Sinopse do Enredo.</strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><span id="more-2619"></span></p>
<p><strong>&#8220;Y-Jurerê Mirim &#8211; A Encantadora Ilha das Bruxas (Um conto de Cascaes)&#8221;</strong></p>
<p>A Grande Rio é sempre uma possibilidade, e dentro de todas as possibilidades, ela pode propor-te a conhecer um pedaço do Brasil, de gente bela, de cultura forte e folclore plural. Por tratar-se de um pedaço de terra cercado por água, outras coisas dela se acercam, como suas belezas naturais, e muitas lendas que refletem um Brasil lúdico, que aponta para o futuro com o interesse de levar adiante o que de mais valioso possui: a cultura popular de seu povo.</p>
<p>Bruxas, feiticeiras, lobisomens, sete cuias, boitatás e mapinguaris: Uma forte névoa se faz presente, e em pleno Atlântico Sul, logo abaixo ao trópico de Capricórnio, num arquipélago de visão paradisíaca encoberto de mistérios e lendas bruxólicas; entre mangues, dunas e lagoas cercadas por um intenso mar azul, repousa Y-JURERÊ MIRIM. Uma Ilha encantada de magia onde se fala o manezês.</p>
<p>Neste conto de Cascaes, ela é uma fascinante ilha coberta de magia, recebendo, portanto, o nome de ILHA DAS BRUXAS. Porém, essas bruxas não são tão maléficas como as que habitam o imaginário coletivo, e sim, as que assustam apenas para proteger seus espaços, preservar sua terra, suas etnias, folclore e crendices.</p>
<p>A Grande Rio para o carnaval 2011, coberta de rezas e patuás, desvenda a história dessa ilha misteriosa que começa numa era chamada cambriana.</p>
<p>Nesse país onde se encontra o tal arquipélago, misteriosos habitantes do alto Amazonas descem em direção a essa ilha de magia mesclando-se a um povo já existente, chamado Carijós, remanescentes de uma presença humana registrada por sambaquis que datam de 4.800 a.C.</p>
<p>Há quem diga que o mar que cerca o arquipélago é povoado por Ondinas, seres das profundezas, e que, num passado, esse pedaço de terra, serviu de paragem e pousada para navegadores aventureiros, cientistas, piratas, náufragos e marinheiros infratores que, em suas retiradas deixaram para trás rastros de temores, misticismos e lendas de possibilidade de tesouros piratas tão possíveis e capazes de aguçar a curiosidade humana como a de uma embarcação pirata inglesa naufragada numa praia que recebeu o nome (Praia dos Ingleses) ou até mesmo, de secretos caminhos conhecidos por guerreiros Avás (Guaranis) e que levariam a um Eldorado coberto de tesouros da mais pura prata, como também, a de uma grande fortuna em pérolas produzidas por ostras cravadas nas pedras e encostas da Ilha banhada pelo Atlântico.</p>
<p>Há uma força mística que faz atrair para essa parte do Atlântico, baleias e golfinhos, além de uma grande variedade de cardumes de peixes que, além de sustentar o povo da ilha, é motivo para festejos e agradecimentos a esse imenso e mágico mar azul.</p>
<p>Essa onda magnética que envolve essa ilha de encantamentos também exerceu atração sobre os povos de outras terras, cada qual, vindo para cá com suas razões, metas, ou até mesmo, destinos retorcidos e alongados, como uma imensa e centenária figueira carregada de histórias bíblicas e estórias acontecidas em seu entorno transformando-a quase que como um totem envolvido em crendices e fé dos que habitam a ilha.</p>
<p>E a ilha então os abraçou como filhos da terra comungando com eles e os tornando tambpem, herdeiros da nação Carijó, dos mitos e lendas do lugar.</p>
<p>&#8220;Vão-te daqui bruxas e boitatás&#8221;. E todos os seres que nos possam amedrontar. Arreda, arreda as brumas que cobrem essa ilha de mistérios. Pela cruz de São Simão, que te benza como a vela benta. Na sexta-feira da paixão. Treze raios tem o sol, treze raios tem a lua. &#8220;Salta demônio para o inferno que esta alma não é tua&#8221;. &#8220;Tosca marosca, rabo de rosca&#8221;. Vassoura na tua mão Aguilhão nos teus pés e relho na tua bunda. Por baixo do telhado, São Pedro, São Paulo e São Fontista Por cima do telhado, São João Batista. Bruxa, Tatara-bruxa, Tu não me entres nessa casa, nem nesta comanda toda. Por todos os santos, e pela Grande Rio. Amém!</p>
<p>Ao cair da noite, quando das datas dos festejos da ilha, uma ritualização se pode sentir na mágica tradição folclórica que habita a ilha protegida por feiticeiras, fadas rendeiras, bruxas e seres da mitologia ameríndia cantadas por Cascaes. Uma ilha que vive um rico calendário entre o profano e o sacro, com procissões, danças e folguedos folclóricos numa pluralidade cultural onde os festejos em homenagem aos frutos provenientes do mar e da terra convivem com a alegria colorida e dançante do boi-de-mamão, cacumbis e as festas do Divino.</p>
<p>O cantador se põe a falar:</p>
<p>Ò Matumba, ó querenga, <br />
Erunganda<br />
Òruganda, Ó matumba, Ó querenga <br />
Moreninha vem brincar<br />
Meu boi já está na rua, ele vem para mostrar<br />
Revelo ser Florianópolis, o nome desse lugar<br />
Ò Matumba, ó querenga, eruganda<br />
Òruganda, Ó matumba, Ó querenga!</p>
<p>Misteriosas e encantadoras paisagens cobrem a ilha de riquezas em sua fauna e flora exuberante. A extensão litorânea desvenda praias inexploradas, sendo a ilha das bruxas, um monumento natural do litoral sul brasileiro digna de ter sido, em seu passado, paragem e pousada para todos que por lá passaram, tornando-se real diante do que antes nos pareceu lenda ou conto. A hospitalidade é marca de um povo que soube mesclar-se tendo como princípio o respeito mútuo de suas crenças e tradições.</p>
<p>Florianópolis possui uma marca romântica registrada nas fachadas de seu casario e azulejaria portuguesa, o desenho rico da renda de bilro, os &#8220;points&#8221; noturnos do mercado público municipal, a lagoa da Conceição onde a prática de esportes náuticos &#8220;fervem&#8221; no verão, as praias do litoral florianopolitano com suas ondas fortes e convidativas para as práticas de surf e esportes ligados aos ventos fortes, uma culinária rica e de sabor requintado, ou até mesmo, o simples peixe frito servido pelo &#8220;manézinho&#8221; local regado sempre com a presença mística das tradições e do passado da ilha.</p>
<p>E, terminado o mistério deste conto inspirado em Cascaes, é que a Grande Rio revela a Floripa de todos nós, que, com sua ponte &#8220;luz da independência&#8221;, nos transportará para uma travessia lúdica, e agora, mais mágica do que nunca, ligando a folia momesca da ilha ao carnaval da cidade maravilhosa mostrando ao Brasil e ao mundo, toda essa beleza da ilha de magia e encantamento chamada Florianópolis.</p>
<p>Pesquisa e texto:<br />
Cahê Rodrigues e Lucas Pinto</p>
<p>(Texto divulgado à Imprensa)</p>
<p><strong>Fonte:</strong> <a title="LIESA" href="http://liesa.globo.com" target="_blank">LIESA &#8211; Liga Independente das Escolas de Samba</a></p>
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