Anime e Mangá

Dicas, resumos e recomendações de anime e mangá feitas em sua maioria pela parte (pasmem) não-oriental da equipe.

Saber Marionette J é uma salada de frutas

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Baixaria leve e sutil por R$ 10,90

Demorou mas uma das sessão mais apreciadas por mim do blog tem um novo post e dessa vez para dar minhas primeiras impressões sobre uma obra que acaba de ser lançada no Brasil pela JBC Mangás. Ao contrário das outras reviews onde eu falava com uma vasta experiência sobre o assunto vou comentar sobre esse mangá cujo primeiro volume acabei de ler há exatos 15 min (ou pelo menos 15 minutos antes de começar a redigir esse post).

A história se passa no planeta Terra II (Terra Two) que apesar de ser legal e tal sofre de uma maldição terrível: não há mulheres nesse planeta (putaqueopariufui) e os homens que não viraram gays (devem ter sido poucos) criaram umas andróides exatamente iguais às mulheres e dizem que elas servem para desde batalhas e trabalhos pesados até serviço doméstico (não citam o séquisso mas sub-entende-se, né?). É um tipo avançado de mulher que obedece sem pestanejar a qualquer ordem de seu mestre, pode ser aprimorada (muito mais opções do que simples aplicações de silicone) e não fica de mimimi quando os homens resolvem encher a cara e assistir futebol.

Otaru Mamiya é o protagonista dessa história e abomina a idéia de ter as Marionettes (assim são chamadas as andróides) como ferramentas e resolve viver por si só, fazendo todo o trabalho braçal necessário para ganhar o pão e… erm… se aliviar, porém… ah, e sempre tem um porém… o destino enfia-lhe não uma, mas 3 Marionettes goela abaixo e é aí que todos os problemas começam.

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Dicas para um cosplay perfeito

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Admita: cosplay pode ser legal

Cosplay: contração das palavras costume play que, em tradução livre (se joga), quer dizer encenação com fantasia (ou algo perto disso). A idéia é: uma pessoa que se veste imitando um personagem de anime, mangá, filme ou videogame e age (ou tenta agir) de acordo com a personalidade do personagem escolhido. Um exemplo: um xarope que faz cosplay de seu madruga além de usar roupas gastas e surrada, bigode e chapéu jeans ainda tem que saber de cor os bordões do personagem e não pode ser visto jamais pagando algo (lanche, ônibus, aluguel, etc.).

É comum encontrar cosplayers (adeptos do cosplay, duh!) em eventos especializados como o WCS (concurso mundial de cosplay) e em eventos para o público fã de anime, mangá e tokusatsu em geral como o Anime Dreams, o Anime Con e o Anime Dreams que deve acontecer ainda esse mês na capital paulista (maiores informações no site oficial do evento).

Claro que nem tudo são flores e existem algumas pessoas que parecem ignorar completamente o tipo físico do personagem escolhido ou então escolhe um personagem e consegue fazer uma fantasia de merda, uma atuação ruim e as vezes até o sexo do homenageante e do homenageado diferem (!) e é justamente por isso que fiz esse post: para ajudar você que pretende fazer cosplay a acertar na escolha e produção do seu personagem e para mostrar para você que acha que nunca vai fazer cosplay que cosplay é muito mais complexo que simplesmente vestir uma roupa e sair por aí pagando mico (tem todo um trabalho envolvido, rapá!).

Clique em “CONTINUE LENDO AQUI” e veja exemplos de como deixar seu cosplay perfeito.

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Tudo cor-de-rosa em Elfen Lied

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Óóóóóóóóóóuunnnnnn... que bunitinho, bira!

No meu último review eu disse que a próxima recomendação seria a de um mangá/anime menos mórbido, sanguinolento e desgracento, lembra? Pois bem, só porque eu gosto muito de todos vocês, milhares de leitores, dessa vez irei falar sobre um mangá/anime de amor. E digo mais: amor cor-de-rosa!

Em Elfen Lied a história começa de forma bem simples: Kouta é um rapaz comum, que não é especificamente bom em porra nenhuma e que “aluga” um restaurante inutilizado de sua tia. Ele fica no restaurante por ser mais próximo de sua universidade e como pagamento pelo “aluguel” ele tem a árdua tarefa de manter aquele casarão do cacete sempre limpo. Não se sabe ao certo o porquê de manter aquilo tudo limpo se só ele moraria ali. Mas é claro que em um mangá logo a casa estaria cheia de mulheres e que algumas (e o impressionante nesse mangá é que não são todas elas) fossem se apaixonar por ele. E é nesse momento que começa a história de amor (cor-de-rosa). Kouta encontra Nyu na praia e a leva para morar com ele (talvez isso se deva ao fato de ele ter a visto nua). Yuka, sua prima, desde pequena mantém uma paixão por Kouta e decide ir morar eles para se assegurar de que Kouta não vá se aproveitar da menina. Pouco tempo depois Lucy é acrescentada à história e adivinha? Ela gosta do Kouta.

E com esse pontapé inicial é que eu lhe convido a clicar em “CONTINUE LENDO AQUI” para maiores detalhes sobre a história e para se surpreender com a minha sensibilidade (prometo que evitarei ao máximo os spoilers).

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O fim do mundo é belo em Highschool Of The Dead

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Rei Miyamoto é muito mais que uma peituda. É uma coxuda também.

E simplesmenste acontece: BAM! E o mundo está infestado de zumbis.

Você pode estar sem entender nada agora mas acredite, depois de começar a ler (ou assistir) Highschool Of The Dead essa será sua última preocupação.

A história começa a ser contada em uma escola onde zumbis aparecem e devoram os vivos que “renascem” (com algumas partes faltando, claro) como zumbis para comer os vivos. Nesse clima típico dos filmes de George Romero é que você conhece os personagens e que começa a ficar ansioso para saber o que vai acontecer com eles.

HOTD se passa em um ritmo acelerado conforme você acompanha dia e noite um grupo de sobreviventes tentando continuar vivos. Cabeças explodem, pessoas morrem (em cenas lindas de se ver), pessoas matam seus familiares e alguns aproveitam seus últimos minutos de vida fazendo tudo o que tiveram vontade (leia-se: roubando, estuprando e cometendo outros delitos). Todas as linhas telefônicas parecem com problema, não há notícias no rádio ou na televisão, o grupo de pessoas com quem você pode conversar sem ter sua orelha arrancada e comida é bem pequeno e você não tem notícias (e talvez seja melhor nem ter) de seus familiares e amigos.

E por que esse caos todo é belo? Bem, o desenho é muito bem feito (desmembramentos com riqueza de detalhes) e o grupo de sobreviventes que acompanhamos é composto inicialmente por 2 homens e 4 mulheres. Dessas 4 mulheres 3 são colegiais e, por serem colegiais em um mangá, são necessariamente peitudas e usam roupas curtíssimas que rasgam toda hora. A outra mulher não é uma colegial, é a enfermeira do colégio e é a mais peituda (e safada desinibida) de todas (YES!).

Sangue, peitudas e canibalismo. Como não gostar de HOTD?

E o melhor de tudo é que o maior atrativo desse anime/mangá não está no visual e sim no enredo. Duvida? Pois clique em “CONTINUE LENDO AQUI” e conheça um pouco mais sobre a história e os personagens desse anime/mangá que vai te fazer se preocupar com personagens fictícios do jeito que nenhuma novela jamais conseguiu (eu sei que você tinha dó do Cirilo).

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Sangue, peitos e uma bola preta – Prazer, Gantz.

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Peitos. Isso é Gantz.

Quer forma melhor de estreiar uma categoria do que sangue e peitos? Não, né? Pois bem, eu também não por isso apresento-lhes Gantz.

Gantz é um daqueles mangás que lhe jogam em uma história sem pé nem cabeça e que não faz questão nenhuma de explicar o porquê de tudo aquilo. E você vai gostar mesmo assim.

Toda boa história tem que ter um bom protagonista. Alguém justo e que faça você acreditar que a justiça sempre vence (e compensa). Bem, Gantz não é assim. Kei Kurono, o protagonista, é um adolescente comum que está no primeiro ano do colegial, compra revistas de mulheres nuas e faz tudo o que um adolescente comum faria com um pequeno detalhe: odiar o resto do mundo. OK, todo adolescente passa por uma fase dessas mas nenhum chega ao nível Kei Kurono de “filhadaputisse”. Quem mais consegue brigar com velhinhas e negar ajuda a quem está prestes a morrer?

Até o dia que Kurono reencontra um velho conhecido no metrô. Masaru Katou foi um grande amigo de Kurono  no primário e, segundo boatos, teria virado um encrenqueiro após mudar de colégio. Os dois ficam lado-a-lado sem se olhar até que um mendigo cai na linha do trem. Kurono o ignora. Katou desce para ajudá-lo e ao tentar salvar o mendingo reconhece Kurono e pede ajuda.Mesmo sem saber porque Kurono desce para ajudar e os dois conseguem salvar o mendigo.

Kurono e Katou morrem e é aqui que começa a história.

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